sábado, 23 de novembro de 2013

Que fim levou esta história?...

"Onde foram parar os amores declarados entre as linhas? Onde se esconderam os amantes das cartas amareladas, manchadas pelas lágrimas da saudade? Resistiram ao tempo, ou, o tempo não foi o bastante para resistir a um grande amor? Contam-me, por favor!! Que fim levou esta história, onde foi parar os juramentos? Será que o amor é jura ou coisa que não perdura? O que será que se sente, lendo esse amor ausente? Saudades, tristeza ou falta? Será que se sente alegria por ter amado um dia? Quem sabe um dia te escrevo, quem sabe um dia me responde...Onde foi parar o nosso amor, que hoje não lembramos nem o nome????? "...
Rose M@ry

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Eu não sei amar manso

“Eu não sei amar manso, gostar devagarzinho e nem ser aos poucos. O meu copo está sempre cheio, seja do que for. Meus sentimentos chegam fazendo estardalhaço e com direito a musica-tema. Sou muito, o todo, o completo e mais um pouco. Ainda que me engarrafassem, eu estaria inteiro em cada gota. Quer uma dose? Mas, de antemão aviso: eu devo ser mesmo um porre. Só lhe garanto, meu bem, que a ressaca é de poesia e que coisa melhor não tem. Um brinde a todos aqueles que têm coragem de sentir, de amar e de se entregar.”

(Gabriela Castro)

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Hey, vida: pega leve!



“Às vezes sinto vontade de gritar:    — Hey, vida. Eu não sou tão forte quanto pareço não, pega leve comigo aí. Mas sei que isso seria inútil. Então continuo aqui. Calado e, aparentemente inabalável. ”

— Stephani Ignatti

sábado, 16 de novembro de 2013

A vida é assim mesmo

"A vida é assim mesmo
um pouquinho de amor
algumas vindas
um pouquinho de dor
outras idas, faz parte.

A vida é um mar
às vezes manso
às vezes bravo
sempre desconhecido
sempre intenso.

A vida é um quadro
não necessariamente colorido
não necessariamente em tons de cinza
mas é necessário pintá-lo
ou o artista é um fracasso.

A vida é andar de bicicleta
sobe nela e encontra o equilíbrio
e ao encontrá-lo, pedala:
esse é o desafio da vida
ou pedala, ou cai.

A vida é um sopro
do maior Arquiteto - Deus - que já existiu
a vida não é o que queremos
ela acontece fora das margens
é o projeto mais difícil que já se viu."


(Dinha Cavalcante)

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Não vou desitir de mim...

Não importa o quanto às vezes seja difícil,
O quanto às vezes eu me atrapalhe,
O quanto às vezes eu seja a densa nuvem
que esconde o meu próprio sol,
Quantas vezes seja preciso recomeçar:
Combinei comigo não desistir de mim.


Ana Jácomo

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Não quero te falar de amor



Hoje não quero te falar de amor,
não quero dizer nada,
não quero sorrisos,
muito menos lágrimas,
hoje não quero suspiros,
nem gemidos,
hoje quero penetrar
no teu silêncio,
e me entender,
e te entender...

terça-feira, 5 de novembro de 2013

E só podemos voar quando "abraçados uns aos outros".



Aprenda a escutar a voz das coisas, dos fatos, e verás como tudo fala, como tudo se comunica contigo.
Em cada indelicadeza, assassino um pouco aqueles que me amam.
Em cada desatenção, não sou nem educado e nem cristão.
Em cada olhar de desprezo, alguém termina magoado.
Em cada gesto de impaciência, dou uma bofetada invisível nos que convivem comigo.
Em cada perdão que eu negue, vai um pedaço do meu egoísmo.
Em cada ressentimento, revelo meu amor-próprio ferido.
Em cada palavra áspera que digo, perdi alguns pontos no céu.
Em cada omissão que pratico, rasgo uma folha do evangelho.
Em cada esmola que eu nego, um pobre se afasta mais triste.
Em cada oração que não faço, eu peco.
Em cada juízo maldoso, meu lado mesquinho se aflora.
Em cada fofoca que faço, peco contra o silêncio.
Em cada pranto que enxugo, torno alguém mais feliz!
Em cada ato de fé, eu canto um hino à vida.
Em cada sorriso que espalho, planto alguma esperança.
Em cada espinho, que finco, machuco algum coração.
Em cada espinho, que arranco, alguém beijará minha mão.
Em cada rosa que oferto, os anjos dizem: Amém!
Somos todos, anjos com uma asa só.
E só podemos voar quando "abraçados uns aos outros".

Roque Schneider